Lançamentos: Grupo Pensamento





Fenômenos parapisíquicos são tema de 
“O Cristão e a Casa Mal-Assombrada”, lançamento da Editora Pensamento

Obra mostra como o jornalista americano Gary Jansen, católico desde a infância, passa a questionar radicalmente sua fé quando se vê desafiado por fantasmas e obrigado a transformar suas crenças.


“Existem mais coisas entre o céu e a terra, Horácio, do que sonha a tua vã filosofia”. É assim que o americano Gary Jansen, editor da Crown Publishing Group, editora especializada em livros sobre religião e espiritualidade inicia O Cristão e a Casa Mal-Assombrada, que chega às livrarias de todo País pela Editora Pensamento. 

O autor cita Hamlet para adiantar as experiências sobrenaturais relatadas na obra. Filho de católica praticante, Jansen nunca acreditou em fantasmas, mas se surpreendeu em 2001, quando voltou a morar na casa onde passara sua infância. Baseado em uma história real, o livro relata o drama do autor ainda jovem ao se deparar com vários fenômenos paranormais que aconteciam na casa. Movido por sua fé, em um primeiro momento, o rapaz se recusa a acreditar na presença de almas penadas rondando seu lar, mas suas convicções são colocadas em xeque conforme os fatos vão se sucedendo. 

O autor muda completamente sua visão sobre o mundo espiritual e, principalmente, os ensinamentos da religião sobre os espíritos quando fatos estranhos começam a invadir os ambientes da casa. Barulhos misteriosos, aparelhos que ligam e desligam sozinhos, o comportamento do filho pequeno que chora ao entrar no quarto e até mesmo arrepios na espinha que o acometem quando está em alguns ambientes da casa jogam por terra todas as suas crenças e despertam um novo olhar sobre a própria fé. 

Quanto mais se informa sobre o assunto, procurando ajuda até mesmo na Bíblia e na biografia de vários santos católicos, mais o jovem percebe que estes escritos também são repletos de citações mencionando espíritos e fatos extraordinários e inexplicáveis que não são provenientes do mundo material. O relato não segue uma narrativa linear – ao contrário, vai e volta no tempo - estabelecendo ligações entre fatos, datas e acontecimentos, desde a infância do protagonista na casa, até seu momento atual, quando vive com a esposa, o filho pequeno e o segundo, prestes a nascer. 

Crença e mundo invisível 

Ao lidar com o invisível, o autor percebe que ninguém precisa enxergar espíritos para se convencer de sua existência. Ao refletir sobre o funcionamento do próprio corpo, cheio de ligações e órgãos que trabalham em silêncio, de forma independente e harmoniosa, Gary Jansen questiona se não é possível que exista também um mundo invisível, com anjos, demônios e almas boas ou más, que possa influenciar no universo físico. 

Com texto neutro, O Cristão e a Casa Mal-Assombrada limita-se a narrar acontecimentos e as percepções do protagonista sob a luz de sua própria fé, que é colocada em conflito diante dos fatos. Não faz apologia a crenças ou doutrinas e atrai leitores que apreciam realismo fantástico. 

Nem por isso, o autor abandona a religião ou deixa de acreditar: pelo contrário, ele apenas descobre um novo modo de olhar e percebe que, muitas vezes, nossas atitudes cotidianas, por mais banais que sejam, têm consequências que mal conseguimos imaginar.


Depois dos cinemas, a biografia de J. Edgar Hoover ganha versão em quadrinhos

Agora no Brasil, publicado pela Editora Seoman, livro traz a história do personagem que inspirou o filme J. Edgar, estrelado por Leonardo DiCaprio



Depois da estreia do filme J. Edgar, dirigido por Clint Eastwood e estrelado por Leonardo DiCaprio, nos cinemas brasileiros, a história clássica de J. Edgar Hoover, o polêmico diretor do FBI, ganha versão em quadrinhos, elaborada pelo premiado cartunista e ilustrador Rick Geary. Diferente do longa, J. Edgar Hoover, publicado pela Editora Seoman, além de trazer a história deste famoso personagem, a obra relata o que houve de mais interessante nos EUA, e no mundo, durante mais de 50 anos.

J. Edgar Hoover, ao longo de sua vida, tornou-se o homem mais poderoso da América e seus artifícios, ao mesmo tempo, implacáveis e heróicos, contaram com a admiração do mundo. Durante 55 anos servindo o povo americano, J. Edgar assumiu vários papéis como combate do crime, exterminador de comunistas e protetor da moral. Agora, nas mãos do famoso cartunista Rick Geary, a vida desta grande personalidade torna-se um amplo e atual guia histórico do século XX, ao retratar a eleição de oito presidentes norte-americanos e tudo o que aconteceu na época.

A história em quadrinhos deste destemido líder americano que teve um papel fundamental na segurança americana chega às livrarias de todo o país, este mês. Esta nova adaptação, ao contrário dos livros tradicionais, resume os textos de um mesmo personagem do texto original, de forma a agradar tantos os fãs de HQ quanto os de literatura clássica.

Cultrix traz ao Brasil a história real do melhor cão do mundo

Livro descreve, com sensibilidade e bom humor, a relação de cumplicidade entre um cão mestiço e um adestrador de animais que opta por métodos inusitados para transformar a vida de cães considerados irrecuperáveis e das pessoas que estão à sua volta

O adestrador de animais Steve Duno escreveu 17 obras, além de diversos artigos na internet e em revistas especializadas a respeito de comportamento animal. Ao longo de anos, treinou milhares de cães e um considerável número de gatos, mas apenas na décima oitava obra decidiu falar diretamente daquele que foi o grande objeto de inspiração e experimentação de sua carreira. 

Em “Lou, o melhor cão do mundo”, livro que chega ao Brasil pela Editora Cultrix, Steve conta a emocionante história de aprendizado e lealdade que protagonizou com Lou, um filhote misto de rottweiler e pastor-alemão, encontrado por ele às margens de uma rodovia (no condado de Mendocino, Califórnia) e membro de uma ninhada, cujos pais tomavam conta de uma das muitas plantações de maconha da região. 

O romance descreve detalhes da trajetória de Lou que, como define Steve, tinha olhos de Greta Garbo. O filhote foi encontrado com aproximadamente seis meses de idade, infestado de pulgas e carrapatos. Tinha aparência nobre, jeito amistoso e logo se tornou a primeira grande experiência de adestramento do autor, insatisfeito com os métodos propostos por profissionais ora exóticos, ora brutamontes, que lhe foram indicados. 

Mais do que educar 

A carreira de mais de 20 anos como adestrador começou de maneira simples. Uma das primeiras técnicas que Steve adotou com Lou foi copiada de seu vizinho Earls Woods, pai do golfista Tiger Woods, que a empregava no treinamento do filho. Assim, Lou aprendeu a se concentrar em sua atividade mesmo sob pressão, mantendo-se alheio ao que se passava a sua volta. Resultado: Lou se parecia “com um labrador criado com esteroides e adestrado por forças de segurança especiais”, capaz de reconhecer e responder imediatamente ao menor movimento das mãos de Steve, indicando um conjunto de manobras muito maior do que habitualmente se ensina à maioria dos cães. 

E o que começou como uma atividade que visava a educar um filhote para que não roesse o pé dos móveis, não estragasse sofás e poltronas, nem transformasse a vida de seu dono em um inferno, permitiu a Steve descobrir sua verdadeira vocação. Em 1991, morando em Seattle, o autor se apresenta à Academia de Comportamento Canino, renomada por tratar cães problemáticos, e após uma demonstração das habilidades de Lou consegue seu primeiro emprego como adestrador. 

O livro revela detalhes emocionantes como as inúmeras ocasiões em que Lou salvou a vida de Steve, suas contribuições e experiências para o adestramento de milhares de cães. Para o autor, “os cães devem ser criados levando-se em conta o temperamento, o intelecto desenvolvido, a saúde fisiológica e a capacidade de executarem uma tarefa”. 

Leve e bem humorado, a obra reúne experiências marcantes ao longo dos 16 anos em que Steve e Lou partilharam uma parceria única e apaixonante. Um título que se alterna entre momentos de humor, emoção e travessuras, ressaltando os vínculos entre cães e seres humanos a ponto de divertir e ao tempo mesmo desafiar o leitor a avaliar até que ponto a relação com seu animal de estimação realmente aflorou. 

1 comentários:

  1. O cristão e a casa mal-assombrada me pareceu bem interessante. Os demais não curti muito.
    Bjs!
    Zilda Mara
    Cachola Literária

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