Autores: James Patterson e Gabrielle Charbonnet
Número de Páginas: 288 páginas
Editora: Novo Conceito
Classificação NPL: 4/5
É como entrar em um pesadelo. Do nada, você é retirado de sua casa, preso, e acusado de bruxaria. Parece século 17, mas é o governo da Nova Ordem, e está acontecendo agora! Sob a ideologia da Nova Ordem, O Único Que É O Único mantém seu poder à força, sem música, nem internet, nem livros, arte ou beleza. E ter menos de 18 anos já é motivo suficiente para que você seja suspeito de conspiração. Os irmãos Allgood estão encarcerados nesse pesadelo e, para escapar desse mundo de opressão e medo, terão que contar um com o outro e aprender a usar a magia.
No meio da noite os irmãos Whit e Wisty Allgood são acordados por um clarão. Logo em seguida sua casa é invadida e estes são arrancados de lá, levados para uma prisão sob a acusação de bruxaria.
Um novo governo foi eleito e agora milhares de jovens foram sequestrados, julgados culpados e presos. Muitos outros simplesmente desapareceram sem deixar uma única pista. Estes são outros tempos.
Músicas, filmes, livros, arte e tudo o que expressava a liberdade foi banido pelo governo ditatorial da Nova Ordem, que se instala na Superfície sob o comando do Único que é o Único. Não há mais nada do que se conhecia antes. Tudo fora destruído pela Nova Ordem, e Whit e Wisty têm um papel fundamental nessa história: caberá a eles lutar contra tudo isso.
O livro possui capítulos curtíssimos - de no máximo cinco páginas cada - o que, confesso, me incomodou bastante. Além disso, os apelidos dos personagens Whit e Wisty - que na verdade se chamam Whitford e Wisteria, respectivamente - me deixaram um tanto confusa pela semelhança.






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